Ontem realizou-se no Mónaco o sorteio da Liga dos Campeões, competição que nesta época conta com duas equipas portuguesas, o FCPORTO e o SPORTING. Os leões ficaram inseridos no grupo C, junto com o Basileia, o Shakhtar Donetsk e o Barcelona. Os dragões ficaram no grupo G, com a companhia de Arsenal, Fenerbahçe e Dínamo Kiev.
Porém, parece que além destes três adversários, o FCPORTO conta com mais um adversário de peso, trata-se de Platini, o presidente da UEFA. Ontem Platini voltou a demonstrar desagrado pela presença do tricampeão na principal prova da UEFA. Falar sobre ética até não lhe fica nada mal, mas utilizar o caso do FC Porto é substituir-se aos tribunais parece-me muito pouco ético. Ainda por cima quando há clubes realmente condenados na actual Liga dos Campeões que não mereceram os reparos públicos de Platini.
Na minha modesta opinião, um presidente de um organismo tão importante para o futebol europeu, não devia opinar publicamente, muito menos condenar. O que Platini devia fazer era tratar todos os clubes de igual forma.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
Iniciou a época 2008-2009
Ontem no Algarve iniciou a época 2008-2009, com a realização da final da super taça Cândido de Oliveira, jogo entre o FCPORTO, campeão nacional, e o SPORTING, vencedor da Taça de Portugal. A partida terminou com a vitória do SPORTING, por 2-0, ambos os golos dos leões foram marcados por Yannick.
sábado, 9 de agosto de 2008
Como é que o Homem Destrói o Mar?
O mar é uma imensidão rica em alimento, em energia e em beleza.
Todos nós precisamos do mar para viver, quer pelo alimento, os peixes, que todos os dias chegam frescos aos mercados e super-mercados, quer pelas ondas do mar que se podem transformar em energia de que todos nós necessitamos para viver, quer para moderar o clima das regiões do litoral, quer para puro lazer, uma vez que podemos apreciar as belezas do fundo do mar através do mergulho, ou ainda, porque todos nós gostamos de nadar em águas plenamente limpas.
É no mar que podemos encontrar a maior variedade de seres vivos do planeta. É nele que vive a baleia-azul, que pode atingir 30m de comprimento e 135 toneladas, sendo o maior animal existente na Terra.
Contudo, com a evolução da ciência e do conhecimento, o Homem teve a necessidade de criar indústrias para satisfazer as necessidades de uma população cada vez mais exigente. Então, um dos lugares privilegiados para a construção de fábricas era as margens dos rios e o litoral, pois assim facilitava o transporte de mercadorias e o abastecimento de águas.
Muitas dessas fábricas transformaram-se em grandes indústrias.
As descargas poluentes das indústrias causam grandes marés de poluição capazes de matar milhares de seres vivos.
Muitas espécies estão em vias de extinção devido a grandes descargas poluentes provenientes de grandes indústrias que aproveitam a calada da noite para as efectuar nos rios e nos mares.
Nos rios portugueses a poluição agrícola e industrial são um dos maiores flagelos ambientais e tem consequências graves ao nível de bacias hidrográficas inteiras. Os exemplos do Rio Alviela, da ribeira dos Milagres ou do Rio Leça, alvos de constantes pressões de poluição, demonstram claramente a inércia nacional no que respeita à preservação dos ecossistemas aquáticos.
A extracção de petróleo no mar é também uma actividade muito prejudicial para o ambiente e consequentemente para a biologia marinha. Esta forma de extracção inicia-se, com um levantamento sísmico para definir os mapas do subsolo, esta fase afecta directamente mamíferos marinhos e peixes, pois são emitidos pulsos sonoros de altos decibéis que prejudicam a orientação dos animais, o que pode levar ao encalhe de baleias e golfinhos. Na fase seguinte, da perfuração, ocorre poluição decorrente de fluidos descartados no mar e de cascalhos saturados de compostos tóxicos, que podem incluir metais pesados como mercúrio, cádmio, zinco, cromo e cobre. As fases de produção e escoamento originam impactos de natureza crónica, causados pelas emissões de gases no processo industrial e pela deposição sistemática de fluidos no mar. O impacto ambiental está presente em todas as fases da exploração, desde a fase de definição dos mapas do subsolo até à produção de petróleo.
O derrame de petróleo nas águas do mar, tem também uma quota-parte na destruição de ecossistemas inteiros, porque causa desequilíbrios nas regiões afectadas, pois o petróleo que flutua nas águas impede que a luz do sol penetre na água evitando o processo de fotossíntese da vegetação aquática. E isto por conseguinte leva a desoxigenação e falta de alimento conduzindo milhares de peixes à morte. Alguns tentam vir à superfície para respirar, porém, ficam impregnados de petróleo, e acabam por morrer asfixiados.
Se é verdade que o Homem precisa de uma evolução a nível das indústrias para ter melhores condições de vida, também não é menos verdade que muitas vezes prejudica severamente o ambiente com essa mesma evolução sem limites.
Infelizmente o Homem destrói ecossistemas inteiros com grandes descargas poluentes, que todos os dias põem cada vez mais espécies em risco e que sofrem deste mal tão presente e actual do nosso mundo. Assim, com um simples gesto, o Homem rapidamente pode destruir este bem tão precioso do nosso planeta, o mar.
Todos nós precisamos do mar para viver, quer pelo alimento, os peixes, que todos os dias chegam frescos aos mercados e super-mercados, quer pelas ondas do mar que se podem transformar em energia de que todos nós necessitamos para viver, quer para moderar o clima das regiões do litoral, quer para puro lazer, uma vez que podemos apreciar as belezas do fundo do mar através do mergulho, ou ainda, porque todos nós gostamos de nadar em águas plenamente limpas.
É no mar que podemos encontrar a maior variedade de seres vivos do planeta. É nele que vive a baleia-azul, que pode atingir 30m de comprimento e 135 toneladas, sendo o maior animal existente na Terra.
Contudo, com a evolução da ciência e do conhecimento, o Homem teve a necessidade de criar indústrias para satisfazer as necessidades de uma população cada vez mais exigente. Então, um dos lugares privilegiados para a construção de fábricas era as margens dos rios e o litoral, pois assim facilitava o transporte de mercadorias e o abastecimento de águas.
Muitas dessas fábricas transformaram-se em grandes indústrias.
As descargas poluentes das indústrias causam grandes marés de poluição capazes de matar milhares de seres vivos.
Muitas espécies estão em vias de extinção devido a grandes descargas poluentes provenientes de grandes indústrias que aproveitam a calada da noite para as efectuar nos rios e nos mares.
Nos rios portugueses a poluição agrícola e industrial são um dos maiores flagelos ambientais e tem consequências graves ao nível de bacias hidrográficas inteiras. Os exemplos do Rio Alviela, da ribeira dos Milagres ou do Rio Leça, alvos de constantes pressões de poluição, demonstram claramente a inércia nacional no que respeita à preservação dos ecossistemas aquáticos.
A extracção de petróleo no mar é também uma actividade muito prejudicial para o ambiente e consequentemente para a biologia marinha. Esta forma de extracção inicia-se, com um levantamento sísmico para definir os mapas do subsolo, esta fase afecta directamente mamíferos marinhos e peixes, pois são emitidos pulsos sonoros de altos decibéis que prejudicam a orientação dos animais, o que pode levar ao encalhe de baleias e golfinhos. Na fase seguinte, da perfuração, ocorre poluição decorrente de fluidos descartados no mar e de cascalhos saturados de compostos tóxicos, que podem incluir metais pesados como mercúrio, cádmio, zinco, cromo e cobre. As fases de produção e escoamento originam impactos de natureza crónica, causados pelas emissões de gases no processo industrial e pela deposição sistemática de fluidos no mar. O impacto ambiental está presente em todas as fases da exploração, desde a fase de definição dos mapas do subsolo até à produção de petróleo.
O derrame de petróleo nas águas do mar, tem também uma quota-parte na destruição de ecossistemas inteiros, porque causa desequilíbrios nas regiões afectadas, pois o petróleo que flutua nas águas impede que a luz do sol penetre na água evitando o processo de fotossíntese da vegetação aquática. E isto por conseguinte leva a desoxigenação e falta de alimento conduzindo milhares de peixes à morte. Alguns tentam vir à superfície para respirar, porém, ficam impregnados de petróleo, e acabam por morrer asfixiados.
Se é verdade que o Homem precisa de uma evolução a nível das indústrias para ter melhores condições de vida, também não é menos verdade que muitas vezes prejudica severamente o ambiente com essa mesma evolução sem limites.
Infelizmente o Homem destrói ecossistemas inteiros com grandes descargas poluentes, que todos os dias põem cada vez mais espécies em risco e que sofrem deste mal tão presente e actual do nosso mundo. Assim, com um simples gesto, o Homem rapidamente pode destruir este bem tão precioso do nosso planeta, o mar.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
As minhas sugestões Literárias
Hoje sugiro
Uma Dose de Droga, Uma Grama de esperança?
De Daniel Oliveira
Este livro contém uma história de vida interessante que as pessoas vão querer conhecer. Um documento de enorme coragem, avassalador para os sentidos, é a prova de que é afinal possível mudar o Mundo, ou pelo menos o nosso Mundo.
O autor, Daniel Carlos Oliveira, cresceu com os olhos postos nos pais toxicodependentes e viveu junto deles histórias de arrepiar. Acompanhou-os a bairros e barracas, viu-os a drogarem-se e conheceu de perto esse terrível mundo. Escreveu este livro para ficar aliviado e para os defender das próximas investidas da droga.
Na minha opinião, este livro dá nos uma grande lição de vida, uma lição repleta de coragem, força e muita esperança. Mostra-nos sobretudo que podemos mudar o rumo da nossa vida, porque afinal ela está sempre nas nossas mãos. Se não vejamos o exemplo do Daniel Oliveira, ele cresceu rodeado pela droga, talvez teria sido mais fácil seguir o caminho dos pais, e ele fez o mais difícil, contornou o problema e deu um outro rumo à vida, um rumo que lhe tem dado muito sucesso. Este livro mostra também que com a ajuda dos verdadeiros amigos e da família é possível ultrapassar todas as barreiras e sobretudo lutar pelos nossos sonhos.
A principal mensagem que eu retirei desta obra é que pudemos sempre mudar o mundo, ou pelo menos o nosso mundo, lotando assim por aquilo em que acreditamos, e principalmente pelos nossos sonhos.
Aconselho a leitura deste livro a toda a gente sem excepção, mas principalmente às pessoas da minha idade, ou seja, os jovens, pois é um livro que nos fala de um tema sempre actual e problemático, a droga.
Boa leitura!
Uma Dose de Droga, Uma Grama de esperança?
De Daniel Oliveira
Este livro contém uma história de vida interessante que as pessoas vão querer conhecer. Um documento de enorme coragem, avassalador para os sentidos, é a prova de que é afinal possível mudar o Mundo, ou pelo menos o nosso Mundo.
O autor, Daniel Carlos Oliveira, cresceu com os olhos postos nos pais toxicodependentes e viveu junto deles histórias de arrepiar. Acompanhou-os a bairros e barracas, viu-os a drogarem-se e conheceu de perto esse terrível mundo. Escreveu este livro para ficar aliviado e para os defender das próximas investidas da droga.
Na minha opinião, este livro dá nos uma grande lição de vida, uma lição repleta de coragem, força e muita esperança. Mostra-nos sobretudo que podemos mudar o rumo da nossa vida, porque afinal ela está sempre nas nossas mãos. Se não vejamos o exemplo do Daniel Oliveira, ele cresceu rodeado pela droga, talvez teria sido mais fácil seguir o caminho dos pais, e ele fez o mais difícil, contornou o problema e deu um outro rumo à vida, um rumo que lhe tem dado muito sucesso. Este livro mostra também que com a ajuda dos verdadeiros amigos e da família é possível ultrapassar todas as barreiras e sobretudo lutar pelos nossos sonhos.
A principal mensagem que eu retirei desta obra é que pudemos sempre mudar o mundo, ou pelo menos o nosso mundo, lotando assim por aquilo em que acreditamos, e principalmente pelos nossos sonhos.
Aconselho a leitura deste livro a toda a gente sem excepção, mas principalmente às pessoas da minha idade, ou seja, os jovens, pois é um livro que nos fala de um tema sempre actual e problemático, a droga.
Boa leitura!
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Os Jornalistas
O jornalista é o profissional que lida com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também é atribuída a um jornalista as funções de redigir, editar e publicar informações sobre eventos actuais. As notícias divulgadas por um jornalista devem ser: verdadeiras, relevantes, Credíveis, devem ter um tamanho atraente e devem apresentar um conteúdo novo. Já numa reportagem deve constar os seguintes elementos: o quê, quem, onde, quando, porquê e como. Um jornalista pode actuar em várias áreas ou veículos de imprensa, como jornais, revistas, televisão, rádio, websites, weblogs, assessorias de imprensa, entre muitos outros.
No entanto, grande parte dos portugueses consideram os jornalistas como os abutres da sociedade, porque correm desenfreadamente atrás de informação útil. É verdade que alguns são muito inconvenientes quando massacram as pessoas com perguntas as quais elas não querem responder. Mas também não é menos verdade que é graças a eles que nós temos todos os dias as notícias nos jornais, nos noticiários da televisão ou rádio, é graças a insistência deles que ficamos a saber tudo o que se passa no nosso país e no mundo e é graças a eles que obtemos as respostas as perguntas que muitos gostaríamos de fazer e não fazemos.
Como eu quero ser jornalista, sei que um dia também vou ser rotulada como um abutre da sociedade.
No entanto, grande parte dos portugueses consideram os jornalistas como os abutres da sociedade, porque correm desenfreadamente atrás de informação útil. É verdade que alguns são muito inconvenientes quando massacram as pessoas com perguntas as quais elas não querem responder. Mas também não é menos verdade que é graças a eles que nós temos todos os dias as notícias nos jornais, nos noticiários da televisão ou rádio, é graças a insistência deles que ficamos a saber tudo o que se passa no nosso país e no mundo e é graças a eles que obtemos as respostas as perguntas que muitos gostaríamos de fazer e não fazemos.
Como eu quero ser jornalista, sei que um dia também vou ser rotulada como um abutre da sociedade.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
As focas
As focas, tal como os golfinhos e baleias, são mamíferos marinhos. O seu nome científico é Phoca vitulina. A foca é um mamífero da família dos focídeos, que originalmente, vivia na terra, mas de tanto ficar no mar, foi desenvolvendo barbatanas e hoje passa grande parte do tempo na água. Ela até passou a andar com dificuldade.
As focas vivem em grandes colónias, maioritariamente nos oceanos Atlântico e Pacífico, são encontradas com facilidade no Oceano Ártico. É comum encontrá-las em baías de água límpida, com rochedos e areia, onde podem fugir um pouco da água fria.
O período de gestação de uma foca é de 9 a 11 meses, cada fêmea dá a luz uma cria de cada vez. Os machos atingem a maturidade a partir dos 2 anos e as fêmeas a partir dos 3. O tempo médio de vida de uma foca é de 20 anos. As focas adultas atingem 1,80 metros, os machos pesam cerca de 75 kg e as fêmeas, aproximadamente 50 kg.
A foca pode ir a profundidades de 100 metros a nadar, aguentando mais de 10 minutos sem respirar. Os filhotes, a partir dos 5 meses, conseguem acompanhar os adultos nas longas caminhadas que fazem no mar. As focas passam o verão e o Outono distantes do seu local original, permanecendo mais ao sul, onde encontram mais facilmente alimento.
Porem as focas são espécies muito perseguidas pelos caçadores interessados nas suas peles e gordura, ricas em omega3.
Estas peles, no norte do Canadá, são utilizadas na indústria do vestuário, enquanto que o óleo é utilizado na indústria farmacêutica. Grande parte das focas que são mortas são crias com menos de três meses. Muitas associações defensoras dos direitos dos animais revoltaram-se contra ao facto das focas serem esfoladas ainda vivas, actualmente isto já não acontece, pois o governo do Canadá implementou novas regras que impedem tal acto.
Algumas ilhas do norte do referido país vivem quase em exclusivo desta actividade. O governo do Canadá justifica esta intensa caça como meio de subsistência do povo. Para subsistência do povo, eu até compreendo, mas para fabricar artigos de luxo, tais como malas, casacos, etc. apenas e só para alimentar a vaidade Humana, ora, este não parece ser um bom motivo para matar estes animais indefesos. Não consigo compreender, porque é impensável, cruel e desumano.
As focas vivem em grandes colónias, maioritariamente nos oceanos Atlântico e Pacífico, são encontradas com facilidade no Oceano Ártico. É comum encontrá-las em baías de água límpida, com rochedos e areia, onde podem fugir um pouco da água fria.
O período de gestação de uma foca é de 9 a 11 meses, cada fêmea dá a luz uma cria de cada vez. Os machos atingem a maturidade a partir dos 2 anos e as fêmeas a partir dos 3. O tempo médio de vida de uma foca é de 20 anos. As focas adultas atingem 1,80 metros, os machos pesam cerca de 75 kg e as fêmeas, aproximadamente 50 kg.
A foca pode ir a profundidades de 100 metros a nadar, aguentando mais de 10 minutos sem respirar. Os filhotes, a partir dos 5 meses, conseguem acompanhar os adultos nas longas caminhadas que fazem no mar. As focas passam o verão e o Outono distantes do seu local original, permanecendo mais ao sul, onde encontram mais facilmente alimento.
Porem as focas são espécies muito perseguidas pelos caçadores interessados nas suas peles e gordura, ricas em omega3.
Estas peles, no norte do Canadá, são utilizadas na indústria do vestuário, enquanto que o óleo é utilizado na indústria farmacêutica. Grande parte das focas que são mortas são crias com menos de três meses. Muitas associações defensoras dos direitos dos animais revoltaram-se contra ao facto das focas serem esfoladas ainda vivas, actualmente isto já não acontece, pois o governo do Canadá implementou novas regras que impedem tal acto.
Algumas ilhas do norte do referido país vivem quase em exclusivo desta actividade. O governo do Canadá justifica esta intensa caça como meio de subsistência do povo. Para subsistência do povo, eu até compreendo, mas para fabricar artigos de luxo, tais como malas, casacos, etc. apenas e só para alimentar a vaidade Humana, ora, este não parece ser um bom motivo para matar estes animais indefesos. Não consigo compreender, porque é impensável, cruel e desumano.
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